
Para participar da blogagem coletiva intitulada Inclusão Social promovida pelo blog Esterança estou publicando o texto abaixo sobre a Previdência Social do Brasil e as mulheres. O texto foi retirado de notícias publicadas pelo site da Previdência.
As mulheres são as principais beneficiárias da Previdência Social brasileira, diz um estudo feito pelo Cedeplar, Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional da UFMG.
Em 86 anos de história, a Previdência Social tem sido fundamental no combate à pobreza, principalmente entre as mulheres brasileiras acima de 60 anos de idade.
Para ser ter uma ideia, na hipótese da inexistência dos benefícios previdenciários, a pobreza entre as idosas passaria de 6,6 % para 56,8%.
Os impactos, no caso das mulheres, são significativos porque possuem menor capacidade contributiva e de poupança ao longo da vida laboral, bem como enfrentam os problemas da discriminação e da jornada dupla.
Segundo o estudo do Cedeplar as mulheres apresentam maior dependência em relação à renda previdenciária, em comparação com os homens. A renda das mulheres com mais de 60 anos é oriunda da Previdência Social a uma taxa de 69%.
Quase 40% das mulheres, com mais de 60 anos, recebem pensões, fato que reforça a caráter não contributivo dos benefícios femininos. As pensões pagas a elas são mais elevadas, pois refletem os salários dos maridos, na média maiores, e as diferenças de idade entre os cônjuges.
Com este estudo nota-se que a Previdência Social tem contribuído com a inclusão social das mulheres, principalmente as idosas.
Desde a criação dos benefícios para as trabalhadoras rurais muitas mulheres passaram a ter uma renda quando não tem mais condições de tirar seu sustento da terra.
As mulheres ao atingirem idade avançada ficavam totalmente desamparadas e com a Previdência Social esse problema vem diminuindo.

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