terça-feira, 31 de março de 2009

Violência nas escolas, até quando?

Veja estas duas charges que foram publicadas hoje no jornal Zero Hora, nelas não há nada de engrassado, pois a violência nas escolas está ocupando espaço nos noticiários todos os dias, parece que esta crescendo. É preciso uma ação dos pais, escolas e governo para que isso acabe, senão vamos ficar sem professores ou sem escolas.


Palavras, violencia nas escolasE você o que pensa sobre este tema, violência nas escolas?


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13 comentários:

André Luís Leite disse...

aquela ideia do PM residente era tri legal - uma outra coisa é acabar com a impunidade do menor / tem que descer a porrada e o professor tem que ter autoridade para disciplinar - muita gente vai a aula pela merenda e pela bolsa miseria...fica dificil...acho que a disciplina, por mais rigorosa nunca é demais e a saida é por ai...castigar e punir...se portam feito animais selvagens...devem ser punidos como animais, mas nao como animais selvagens e sim como humanos de má indole que somente a privaçao da liberdade e a mudança de valores pessoal podera acontecer através do chicote e da vergonha.

O bEM viVER disse...

Olá,

Bem que eu nem gostaria de ver essas charges aqui...mas como você mesmo comentou, está aí, no nosso meio, acontece a qualquer momento, perto de nós.
Ao que o André disse de algumas (poucas, graças a Deus) que vão á escola por merenda, bolsa, tal, eu acrescento: até trificar. Esses dias aconteceu aqui em minha cidade (interior). Fora que aluno menos já matou outro, já mandou acdeiras em professora,...NÃO É MOLE NÃO. E ainda vêm falar que o professor precisa ter mais AMOR. A famílias, que tem a função de educar SIM. Essa deve dar amor.

Lena

Ropiva disse...

Isso é uma soma de irresponsabilidade dos pais com a certeza da impunidade. Os políticos fazem o favor de não atualizar nosso código penal, o que faz com que nossas crianças saibam que podem fazer o que quiserem. E ai do professor se revidar. Será demitido, condenado e esse sim vai para a cadeia. Um efeito cascata de absurdos.

Abração

Wander Veroni disse...

Oi, Catarino! Fico triste por estarmos vivendo numa época de valores invertidos. Os alunos agridem os professores. Professores são, em alguns casos, despreparados. E a impunidade ajuda a dar a violência. Gosto muito de ilustração como recurso informativo e reflexivo nos meios de comunicação, mas sinceramente achei que esse ilustrador pegou muito pesado. Pareceu-me até um incentivo, ao invés de crítica.

Abraço,

=]
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http://cafecomnoticias.blogspot.com

Chica disse...

Fico extasiada e cada vez mais preocupada com o que ando vendo. Que coisa! Cadê os limites? Um pouquinho de hierarquia faz bem!um abração,chica

Antonio disse...

Quando da minha época de estudante, qualquer bilhete, o boletim, as provas de meio e fim de ano, tinha que ter a assinatura do pai, que era notificado dos elogios e das queixas contra o filho. Levei algumas surras por conversar demais na sala de aula.
Hoje, o professor tem até medo de mandar bilhetes com recado aos pais. Leve-se em conta de que alguns pais contribuem diretamente para esta violência. Passam a mão pela cabeça do filho e o trás em cima do andor.
O trabalho do professor também não é honrado, nem valorizado. É visto mais como um estranho e até inimigo, que aquele que tem grande parcele na boa formação da criança. Se a criança comenta em casa qualquer episódio que se deu na aula, alguns pais querem "tirar satisfação" ou partem logo para a ameaça: "Deixe-a comigo, ela vai ver só!".
O despreparo, creio eu, deve-se mais à falta de incentivo ao professor, do que dele próprio. Para se reciclar, em boa parte dos casos, tem que gastar do próprio bolso.
Abraço,
Regly

EAD disse...

Vc Trouxe a triste realidade e o descaso com a educação nesse país. Quando esse pessoal vai acordar?

Felipe disse...

Catarino
Alunos, pais de alunos, diretores, donos de instituições de ensino e toda a comunidade nas proximidades das escolas ganharam um forte aliado na busca por mais segurança. Desde julho de 2007 está em vigor, na cidade de São Paulo, a Lei 14.492, que estabelece como prioritárias, na questão de segurança, as áreas onde estão instaladas as escolas públicas ou particulares.
Agora, caberá à prefeitura fiscalizar as ações dos órgãos responsáveis por calçadas, iluminação, sinalização de trânsito, poda de árvores, vendedores ambulantes, conservação de praças, terrenos baldios, limpeza urbana, entre outras questões.

Infelizmente esta lei não estabelece penas, uma vez que o poder público já possui normas para isso, porém possibilita a organização da sociedade para identificar os riscos presentes nas áreas escolares e agir junto ao poder público, exigindo iniciativas que ajudem a afastar os malfeitores das proximidades das instituições de ensino, lembrando, que muitas vezes os delinquentes são menores de idade.

Assim, não se pode esquecer que a lei 8.069/90 (Estatuto da Criança e do Adolescente) protege demais certas crianças e adolescentes, impedindo uma ação mais ativa e rigorosa do poder público.

Hoje temos crianças e adolescentes que vão à escola simplesmente para brigar (apanhar ou bater) entre eles, sem contar os alunos que agridem professores, física e moralmente, porque se veem amparados pelo ECA e pelo Código Penal Decreto-Lei n.º 2.848, de 7 de Dezembro de 1940, que prevê no seu art. 27: “Os menores de 18 (dezoito) anos são penalmente inimputáveis, ficando sujeitos às normas estabelecidas na legislação especial.”
Abraços
Felipe

Milouska disse...

Olá, Catarino!

Este é um tema bem actual.
A violência na escola é o espelho da violência na sociedade.
Enquanto os pais, principais responsáveis pela educação das crianças e jovens não forem responsabilizados pela indisciplina e violência nas escolas, não se irá a lado nenhum.
Encontrar bodes expiatórios nos professores é fácil e serve bem as políticas de desresponsabilização dos verdadeiros culpados pelo ambiente que se vive nas escolas.
Em Portugal, a violência nas escolas também é cada vez maior, mas o governo tenta esconder os números crescentes dessa violência e atribui-lhes pouco significado, afirmando que são casos meramente pontuais.
Tristes sociedades que desprestigiam e achincalham os profissionais do ensino.
Um abraço,

Milouska

metalomega.com disse...

A violência na escola sempre existiu e sempre existirá, infelizmente, isso não tem como mudar, pois a porcaria do governo não dá suporte à educação, infelizmente o Brasil é assim.

Marlene disse...

Prezados
Enviamos informações que são do seu interesse.
Att.






A RITLA (Rede de Informação Tecnológica Latino-Americana), em parceria com a Secretaria de Estado de Educação/GDF, está realizando um Plano de Convivência Escolar na Rede Pública de Ensino. O projeto busca incentivar, em escolas de ensino fundamental e médio, processos de boa convivência e a prevenção de violências. Parte do processo foi a realização de pesquisa qualitativa e quantitativa, representativa de todos os alunos e professores da rede pública de ensino do DF, entre a 5a série do Ensino Fundamental e o 3o ano do Ensino Médio. A amostra pesquisada foi constituída por seis escolas por Diretoria Regional de Ensino - DRE (quatro de Ensino fundamental – séries finais – e duas de Ensino Médio). A pesquisa dedicou-se à realização de um diagnóstico sobre a convivência escolar, o que consistiu em investigar as relações sociais, os conflitos expressos e latentes no ambiente escolar, identificar as percepções de alunos, professores e do corpo técnico-pedagógico sobre o conflito e a violência, mapear os tipos de incidentes ocorridos, freqüência e gravidade dos mesmos.
De junho a setembro de 2008 foram aplicados cerca de 10 mil questionários para alunos e 1300 para professores, em 84 escolas amostradas, além de terem sido realizadas entrevistas e grupos focais com alunos e professores.
A iniciativa de desenvolver uma pesquisa sobre convivência escolar e violência nas escolas com a finalidade de embasar ações concretas, levada a cabo pela Secretaria de Educação do Distrito Federal, é um empreendimento pioneiro no Brasil. Corresponde a uma etapa fundamental para compreender e retratar a realidade como passo importante na tentativa de estimular uma atmosfera não-violenta nas escolas e a criação do hábito do diálogo e da resolução de conflitos, contribuindo, assim, para a melhora da qualidade de ensino e de aprendizagem e evitando que problemas comuns ao cotidiano cresçam e se desdobrem em desfechos graves.
A pesquisa dedicou-se à realização de um diagnóstico sobre a convivência escolar, o que consistiu em investigar as relações sociais, os conflitos expressos e latentes no ambiente escolar, identificar as percepções de alunos, professores e do corpo técnico-pedagógico sobre o conflito e a violência, mapear os tipos de incidentes ocorridos, freqüência e gravidade dos mesmos.
O resultado final da pesquisa será apresentado em um livro a ser lançado ainda no mês de maio/2009.
Neste âmbito, foram promovidos seminários intitulados Convivência Escolar: debatendo resultados e pensando alternativas, que ocorreram de outubro a dezembro de 2008 com o objetivo de sensibilização e aprofundamento do debate sobre violência e convivência escolar, a partir dos resultados iniciais do diagnóstico que integra o Plano de Convivência Escolar na Rede Pública de Ensino no DF. A devolução dos dados para diversos atores envolvidos na esfera da Educação e no cotidiano escolar constituiu-se em uma fase essencial no trabalho, tanto para divulgar e discutir as principais características do quadro de realidade das escolas quanto para identificar uma série de pontos que demandam maior atenção. Com resultado final da pesquisa novos seminários serão realizados.
Entre as atividades previstas para 2009 podemos destacar o Curso Juventude, Diversidade e Convivência Escolar, com início em maio/2009. O curso será ministrado por especialistas nas temáticas, sendo organizado, monitorado e coordenado pela RITLA em parceria com a SEEDF. Visa formar um grupo de 640 professores e coordenadores das séries finais do Ensino Fundamental, estimulando-os na complexa discussão sobre violências nas escolas e instigando-os à reflexão aprofundada sobre o tema.
Importantes temas serão tratados no curso como: violência e sociedade, juventude, família e escola, violência e discriminação no ambiente escolar, gênero e sexualidade na escola, convivência escolar, mediação, drogas e trafico no contexto escolar, gangues, adolescentes em conflito com a lei, entre outros. As discussões terão como produto final um projeto de intervenção social a fim de colaborar com a construção de uma boa convivência no contexto.

Este curso busca colaborar com a construção de melhores relações no ambiente escolar, a fim de que a escola passe a ser um local de proteção e protegido e que todos os atores sociais possam discutir e dialogar sobre os fenômenos cotidianos que acontecem no contexto.

Rede de Informação Tecnológica Latino-Americana
Red de Información Latinoamericana
Latin American Technological Information Network

SHIS QI.09, Conj.15, Casa 15 - Lago Sul
Cep : 71625-150, Brasilia, DF
Tel/fax: (55) 61 3248-3805 e 3248-5607
www.ritla.net

juninho disse...

esses maluco nas escolas ñ tem oque fzer eles de vez de estudar vai pra fazer oque ñ presta devia levar um cacete dos pais

joao disse...

todos os dias
com]cordo com vc juninho

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